segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Por que gatos dormem tanto?

Muitas pessoas ficam preocupadas com seus gatinhos por acharem que eles estão passando mais tempo dormindo do que o normal. Você também já parou para pensar se seu gato dorme mais do que deveria? Será que dormir tanto assim pode ser sintoma de alguma doença? O que devemos fazer? Devemos nos preocupar? Mas por que os gatos dormem tanto?

Fique tranquilo! É bem provável que você não tenha motivos para se preocupar com seu bichano e nós vamos te explicar o motivo.

Por que os gatos dormem tanto?

Assim como nós humanos, os gatos precisam de um bom tempo de sono e repouso para terem energia armazenada para atividades futuras, assim como para se recuperarem fisicamente e para serem saudáveis e felizes. Porém, é claro que em diferentes proporções que nós humanos que dormimos, ou pelo menos deveríamos dormir, de 7 a 9 horas a cada 24 horas.


Em geral os gatos dormem pelo menos 7 horas a mais que a maioria de nós humanos. Estudos laboratoriais mostram que gatos dormem em média de 12 a 16 horas por dia. Isso mesmo, eles passam pelo menos metade do dia de olhos fechados. Se seu bichano for idoso ou filhotinho, esses números serão ainda maiores, chegando a dormir 18 das 24 horas de um dia, totalizando dois terços de toda sua vida dormindo. 

E isso é totalmente normal! Cada animal tem suas individualidades biológicas, e o sono é uma delas. Os cães adultos, por exemplo, passam de 9 a 11 horas por dia dormindo. Porém, existem alguns fatores que podem influenciar no tempo em que seu pequeno passa dormindo inclusive fatores que possam estar relacionados à saúde do seu peludo.

Meu gato dorme muito, mas ele é saudável?

Por mais tempo que o gato passe dormindo, é importante você saber o limite entre o sedentarismo e ser saudável e, ainda, saber como ajudá-lo a estar dentro desses limites. Se seu peludo passa muito tempo sozinho, sem a companhia de outros pets ou de outras pessoas, ele com certeza passará mais tempo do que deveria dormindo, se tornando um animal sedentário, podendo inclusive desencadear um possível caso de obesidade. 

Para evitar que isso aconteça, você pode comprar alguns brinquedos para que ele possa interagir enquanto estiver sozinho ou contar com o auxílio de um profissional capacitado. Um Pet Sitter Profissional, por exemplo, é uma ótima opção. Além de interagir e brincar com seu peludo, ele irá oferecer maior qualidade de vida a ele e ainda vai conseguir identificar se ele está saudável ou se ele está apresentando sintomas de alguma doença, pois foram treinados para isso.


Ao contrário do que alguns podem pensar, os gatos não passam boa parte do dia dormindo pelo fato de serem animais noturnos. Isso não passa de um mito. Gatos são animais de crepúsculo, ou seja, são mais ativos ao nascer e ao por do sol. Isso porque em seu habitat natural, esses são os períodos em que eles saem para caçar seus alimentos, como roedores, aves e até mesmo alguns insetos. Esse é o motivo de alguns donos serem carinhosamente acordados pelos seus gatinhos assim que o sol nasce. 

Uma boa dica para evitar que seu gatinho tente te acordar muito cedo, é fechar as janelas de sua casa, evitando que a luz do sol entre, assim você ganhará mais alguns minutinhos de sono sem que seu peludinho tente te acordar.

Então fique tranquilo, em geral você não deve se preocupar com as vááárias sonecas que seu gatinho faz durante o dia, eles são dorminhocos por natureza mesmo.

Porém, caso você perceba que seu peludo tem dormido mais do que de costume e ele não esteja ficando mais velhinho, com mais necessidade de descansar, fique atento, pois essa mudança de comportamento pode ser reflexo de uma possível doença.


Caso ele não volte a ter uma rotina de sono como a que ele era acostumado, leve-o ao veterinário para que você possa ficar tranquilo e não ter motivos para se preocupar, tendo certeza de que ele está bem e saudável. Também vale a pena dar uma olhada na gengiva do seu bichano, caso ela esteja num tom pálido, leve-o ao veterinário o quanto antes. Gengivas pálidas pode ser sinal de anemia, uma doença perigosa que caso não seja tratada, pode levar a morte.

Então é normal que seu gatinho durma por muito tempo, tanto durante o dia quanto durante a noite, e seja mais ativo quando o sol nasce e quando o sol se põe. Mas lembre-se, todo e qualquer animal deve se exercitar e ser estimulado fisicamente e mentalmente de maneira regular para ter uma boa qualidade de vida e corpo e mente saudáveis, vivendo assim por mais tempo.


Fonte: PetLove

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Como fazer meu cão não aceitar comida de estranhos

Quem nunca tentou chamar a atenção de um cãozinho oferecendo algo gostoso para ele comer?

Geralmente é a maneira mais fácil e rápida de conseguir atenção do pet, afinal, quem não gosta de comer algo diferente e gostoso?

Se seu pequeno costuma aceitar comida de qualquer pessoa, mesmo de quem ele não conheça, fique atento e treine-o para que não aceite mais. Isso pode causar problemas e gerar maus comportamentos no futuro.


Por que aceitar comida de estranhos pode ser um problema?

Apesar de parecer algo normal e algumas vezes até atencioso por parte da pessoa desconhecida que oferece algum alimento para seu pequeno, isso pode trazer alguns problemas. Mesmo que a pessoa em questão não tenha intenção alguma de causar qualquer desconforto para você ou para seu peludo.

Não é raro uma situação dessas acontecer quando estamos fazendo um passeio com nossos companheiros em lugares com bastante movimento, como parques, praças e até mesmo shoppings que aceitam cães. Às vezes a iniciativa vem dos nossos próprios cãezinhos, que muito xeretas e curiosos, se aproximam de estranhos que estão comendo algo, que por sua vez acabam oferecendo o alimento para o peludo sem mesmo perguntar para nós, tutores, se ele está acostumado e pode comer tal alimento.

Se isso acontecer com seu peludo, é bem provável que ele irá gostar da nova experiência de ganhar um agrado de alguém que ela não conhece e com certeza irá pedir comida para estranhos mais vezes quando tiver oportunidade. Isso porque ele aprendeu que ao se aproximar de qualquer pessoa que esteja comendo algo, mesmo sem conhecê-la, ele irá ganhar algo bom – uma comida diferente e gostosa.

Isso a médio prazo, pode desenvolver um mau comportamento no seu pequeno em locais públicos, pois ao se aproximar de pessoas que ele e você não conhecem, ele poderá assustar ou amedrontar alguém que tem medo ou que não simpatiza muito com cães. Para aprender a ter um cão comportado em locais públicos, clique aqui.

Sem contar que infelizmente existem pessoas com má índole e que por algum motivo querem prejudicar seu peludinho, oferecendo algum alimento para atraí-lo para longe e roubá-lo ou até mesmo oferencendo algo tóxico ou envenenado para fazer mal a ele. Infelizmente algumas pessoas não sabem como cuidar de seus peludos e maltratam eles, veja aqui o final feliz que um dócil cãozinho abandonado teve.

Como treinar meu cão para não ter esse comportamento?

Bom, primeiro vamos dar algumas dicas para que você ensine seu “pidão” a não tomar a iniciativa de se aproximar de desconhecidos e pedir algo para comer, assim será mais fácil de ensiná-lo a não aceitar a oferta quando a iniciativa vier por parte de um desconhecido.

Estátua – Assim que você perceber que seu cãozinho está se aproximando de alguém e que ele irá pedir algo para comer, pare de andar e só volte a caminhar com ele quando ele deixar de tentar se aproximar a pessoa.

Explique – Caso você tenha percebido tarde demais que seu cãozinho estava se aproximando de alguém para pedir comida, e ele já esteja pedindo para o desconhecido, explique com educação para a pessoa que você está treinando para que ele não aceite comida de pessoas desconhecidas. Com certeza ela irá entender e não dará nenhum alimento sem sua permissão.

Depois que você ensiná-lo que ele não deve ter a iniciativa de pedir comida para pessoas, treine-o para que ele aprenda a não aceitar comida caso a iniciativa venha por parte de outra pessoa, e não dele. Esse treinamento pode ser mais difícil do que parece e demorar um pouco mais do que esperado. Ele poderá ficar confuso, uma vez que receberá dois comandos opostos de duas pessoas diferentes ao mesmo tempo.


Vamos dar algumas dicas para que você consiga ser a voz que ele irá escutar quando receber dois comandos opostos:

Não espere acontecer – Você já deve ter ouvido alguém dizer que é “melhor prevenir do que remediar”. Por isso, não deixe para ensinar seu pequeno a não aceitar alimento de alguém só quando a situação acontecer. Treine antes assim quando a situação acontecer na prática ele não terá um comportamento indesejado pois você já o ensinou como se comportar diante um cenário desses. Com certeza essa é a melhor forma de evitar que você se encontre nessa posição.

Ensine-o que a presença da recompensa (alimento ou brinquedo) não significa que ele tem permissão para comer ou para pegar o brinquedo. Mas sim que ele poderá ter recompensa quando você der o comando específico de que ele pode seguir em frente. Faça com que ele espere alguns segundos com a recompensa ao alcance dele para ele entender que só tem permissão ao seu comando e então o libere para comer ou para pegar o brinquedo. Não se esqueça de sempre dar um agrado extra sempre que o exercício for bem sucedido. Reforço positivo é sempre a melhor forma de seu cãozinho aprender. Saiba mais sobre reforço positivo clicando aqui.

Todo esse processo pode ser bastante desafiador e requer um treinamento intenso, mas nunca use de métodos que possam causar desconforto ao animal. Lembre-se que alguns cães podem demorar um pouco mais para aprender esse comando.


Peça ajuda – É muito válido ter ajuda de terceiros nesse treinamento. Peça para que seus familiares e amigos façam o mesmo treinamento com seu peludo, assim quando outra pessoa oferecer um alimento a ele, ele esperará o comando de permissão para comer, mesmo tendo alcance a comida.
Esse treinamento pode não ser tão fácil de seu cachorro aprender, mas com certeza você e seu pequeno estarão mais seguros e terão uma relação mais feliz quando ele aprender a obedecer seus comandos. 

Mesmo quando seu pet aprender a obedecer aos seus comandos, pode ser que não funcione em 100% dos casos, mas sem dúvida será mais eficiente do que usar o comando somente quando a situação acontecer. Faça passeios com frequência para testar na prática o que ele fará caso uma situação dessas aconteça.

Fonte: PetLove

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Animais em apartamento: preparando o ambiente.

Em primeiro lugar, se você mora em um apartamento e quer ter um pet é preciso escolher o animal certo.

Os gatos são animais mais tranquilos, independentes e que se preocupam mais com a higiene pessoal, além de “nascerem” sabendo utilizar a caixa de areia. Já se você for um amante de cachorros é importante levar em conta o porte do animal e a personalidade de cada raça.

Mas afinal, como preparar o ambiente ideal para ter animais em apartamento?


Quem mora em um apartamento junto com um cachorro ou gato sabe que é difícil manter tudo conforme o planejado e achar uma decoração bonita que não seja perigosa para os animais é mais difícil ainda. Afinal não queremos o cachorro devorando enfeites ou o gato dentro de um vaso de cristal rolando mesa abaixo.

Vamos mostrar que, com um pouco de empenho, é possível ter um apartamento organizado, cheiroso e – porque não? – bem decorado.

Aqui vai uma lista com sugestões para você preparar melhor seu apartamento para o desafio!

Alimentação

A alimentação mais adequada para os pets é a ração, independente de morar em casa ou em apartamento. A escolha certa para animais que moram em apartamento é a ração indoor, que é desenvolvida especialmente para bichinhos que passam a maior parte de sua vida dentro de casa.

Aqui vai um exemplo da eficácia dessa ração, especialmente para animais em apartamento! Sabe quando você está assistindo TV com o seu cachorrinho, lindo e meigo, deitado ao seu lado e aí – do além – surge aquele cheiro horrível que deixa você sem poder respirar? Então, essa ração reduz o odor dos gases e das fezes, ajuda a diminuir a descamação da pele e a queda dos pelos, tudo isso porque ela possui ingredientes especiais na formulação.

Escolha materiais resistentes e laváveis


Aquelas patinhas macias e aquela carinha meiga escondem um poder de destruição que não condiz com as aparências. Unhas e dentes podem destruir facilmente tecidos mais delicados e por isso é preciso dar preferência aos tecidos mais estruturados e feitos de fibras sintéticas, pois eles vão aguentar melhor o tranco. Imagina uma linda cortina de seda em franjas porque o gatinho insiste em brincar de Tarzan…

Se você for um apaixonado por tapetes é importante investir em cores que pareçam com a tonalidade do pelo do seu pet, desse modo a perda de pelos será “disfarçada” quando você esquecer de passar o aspirador no tapete.

Almofada cara que só pode lavar a seco pode te levar à falência. Não diga que não te avisamos. Escolha as almofadas com capa e que podem ser lavadas na máquina. O mesmo vale para o seu sofá. Vale a pena mandar impermeabilizar para facilitar a limpeza e pensar com carinho em usar capas. O legal é que com capas você pode variar sempre na decoração!

Se seu pet dorme com você, também é uma boa ideia usar capas de edredom ou edredons que possam ser lavados facilmente em casa. Não se esqueça do colchão e use um protetor impermeável ou um mais grossinho, se o impermeável te incomodar. Já pensou o trabalho que vai dar tirar o cheiro se ele fizer xixi no lugar errado? Uma dica é ensinar para o seu cachorro a fazer xixi no lugar certo! Aliás, recomendamos esse vídeo sobre como ensinar o cachorro a fazer xixi no lugar certo.

Invista em móveis versáteis


Pense verticalmente: se o seu apartamento possui poucos metros quadrados, inove nos móveis! Você pode utilizar o espaço do chão ao teto, por exemplo, fazendo um beliche apropriado para gatos ou um parapeito robusto na janela (com telas para o seu gato não cair ou fugir). Outra ideia é fazer um esconderijo quentinho e confortável, para o seu pet se sentir seguro e relaxado, dentro de um armário ou embaixo de uma escrivaninha.

Aspirador bom não é luxo, é necessidade

Em maior ou menor grau, seu pet vai soltar pelos pela casa. Então, desenvolva uma rotina de limpeza regular, utilize produtos específicos contra queda de pelo como o furminator e tenha um bom aspirador! Eu sei que isso não é classificado como móvel, mas é uma das peças mais importantes que um pet lover deve ter. Os pelos podem possuir odor, aumentar a sujeira e, para as pessoas alérgicas, prejudicial à saúde, ainda mais se o seu cachorro ou gato está sofrendo uma troca de pelo.
Agora você não tem mais desculpas para ter um apartamento com decoração limitada, fedido e escuro.


Se a casa do seu amigo está com os móveis fedidos e destruídos compartilha com ele esse post e faça o bem!

Fonte: Petlove

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

10 sinais de câncer em cães e gatos

O câncer é uma das doenças mais assustadoras, tanto quando ele ocorre em pessoas quanto quando ele ocorre nos nossos amados animais de estimação, como cachorros e gatos.
 
Segundo a Sociedade Veterinária de Câncer, existem 10 sinais comuns de que o animal possa estar com câncer. Lembrando que muitas doenças têm sintomas semelhantes, se seu gato tem um ou mais desses sintomas abaixo, não necessariamente significa que ele tenha câncer. Leve-o ao veterinário para um checkup e fazer exames.


 1. Inchaços anormais que persistem ou continuam a crescer

2. Feridas que não cicatrizam

3. Perda de peso

4. Perda de apetite

5. Sangramento ou corrimento de qualquer orifício corporal
 
6. Odor forte
 
7. Dificuldade de comer ou engolir
 
8. Hesitação para exercício ou perda de estamina
 
9. Fraqueza e rigidez persistentes
 
10. Dificuldade para respirar, urinar ou defecar
 

Estes sinais podem também estar presentes em muitas outras doenças; não significa necessariamente que seu cão ou gato tem câncer. Qualquer cão ou gato mostrando qualquer um dos sinais acima devem ser examinados por um veterinário.

Fonte: Tudo sobre gatos.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Cachorro sozinho em casa.

Cachorro sozinho em casa não pode ser sinônimo de tédio e estresse. Por isso, se o cachorro costuma passar boa parte do tempo sozinho em seu apartamento ou casa, temos que nos atentar a alguns detalhes para que nosso melhor amigo não viva entediado e, dessa forma, estressado.

Um ambiente legal é mais divertido. Não apenas para cães, mas para qualquer espécie (humana, inclusive). Quem nunca se pegou se lamentando da rotina entediante do trabalho, da escola ou por não ter nada para fazer num final de semana chuvoso? Imagine uma rotina sem graça durante meses e anos a fio. Fácil de suportar? Para a maioria das pessoas, provavelmente não. Se você for curiosa, ativa e cheia de energia, com certeza não aguentaria uma vida assim, sem desenvolver algum tipo de sintoma relacionado ao estresse.


Pois bem. Apartamentos e quintais fechados têm uma característica em comum: seu cenário não muda com facilidade e se torna entediante para aqueles que passam 90% do seu tempo ali. Cães e pessoas não serão felizes em ambientes entediantes. Por sua natureza, são espécies sociais (precisam de interação com semelhantes) e curiosas (precisam conhecer coisas novas), sem contar com outras tantas características que não combinam com ambientes que não promovam bem-estar.

Mas já que o ambiente é urbano e limitado, como fazer para torná-lo mais divertido e interessante? Como falado no artigo anterior (veja aqui), enriquecer o ambiente é uma das soluções. Há infinitas formas; abaixo, seguem algumas ideias:

Cachorro sozinho em casa: como tornar o ambiente mais atrativo

1. Torne o ambiente menos óbvio.

2. Crie desafios.

3. Mude a rotina.

4. Aceite um pouco de sujeira em troca do bem-estar do cão.

5. Tenha em mente as necessidades naturais dos cães.

6. Aumente seu conhecimento sobre comportamento canino.

7. Invista tempo criando formas do cão gastar o tempo dele.

8. Por segurança, observe como seu cão brinca antes de deixá-lo sozinho com os elementos de enriquecimento ambiental.


Como fazer tudo isso? Confira exemplos

1. Amarre, com segurança, uma corda em algum lugar alto. Na ponta de baixo, pendure brinquedos e estimule seu cão a pular para pegá-los.

2. Esqueça as tigelas de alimentação e ofereça comida de outras formas: espalhe os grãos de ração pela casa, esconda-os atrás de objetos, estimule seu cão a farejar e procurar pelo alimento.

3. Seu cão tem um lugar predileto para passar o dia? Coloque algum obstáculo para dificultar seu acesso e fazer com que ele desenvolva uma nova forma de chegar até ele. A ideia é dificultar, não impedir.

4. Leve aromas diferentes para casa. Que tal criar uma horta com plantas medicinais (manjericão, hortelã, erva doce, etc) e disponibilizar ao seu cão quando você estiver ausente? Lembre-se: novos cheiros e sabores estimulam os sentidos.

5. Ofereça brinquedos que possam ser roídos e destruídos.

6. Tem quintal? Que tal criar uma caixa de areia, enterrar algum brinquedo legal e permitir que seu cão faça buracos e descubra prêmios por ser mais ativo?

Apartamento ou quintal não podem ser sinônimos de falta de bem-estar. Qualquer ambiente pode ser divertido e inovador. Estas ideias são apenas parte do universo estimulante que é tornar o ambiente mais legal para seu cachorro. Use sua criatividade. Imagine um lugar legal para se viver. Ofereça este lugar ao seu cão.


Fonte:DogSolution

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Trato meu cão como filho. Isso é errado?

Iniciando o texto pela resposta, não, não é errado tratar seu cão como filho.

Mas depende.

Vamos à justificativa: desde que você cuide do seu cão como um filho para ser independente, seguro, confiante, apto para demonstrar comportamentos naturais, conhecedor das regras sociais, sem deixar de ser amoroso, carinhoso, amigo e companheiro, tudo bem. Na maioria dos casos, pais criam filhos para se tornarem educados em sociedade, seguros quando sozinhos e confiantes para resolverem situações adversas. É isso que você faz com seu cão? Em caso afirmativo, perfeito!

Em contrapartida, se você trata seu cão como um filho mimado, dependente, inseguro, autoritário, sim, é um problema tanto para o cão, quanto para quem vive com ele.


O senso comum dá a esta relação o nome de ‘humanização’. Entende-se que humanizar os animais é tratá-los como se fossem pessoas, conferindo a eles desejos e aspirações próprias a humanos. Certamente que projetar a outra espécie sentimentos inerentes à nossa não traz efeitos positivos a ambas.

A “humanização” dos cães tem uma via única na qual o humano é sempre beneficiado e o cão, a médio e longo prazo, quase nunca. Todavia, a palavra correta para descrever este comportamento não deveria ser nenhuma relacionada a ‘humanos’, uma vez que as atitudes atribuídas à humanização nada têm a ver com a relação entre pessoas saudáveis.

Em nome do amor, alguns optam por determinadas atitudes com os cães que não tiveram ou teriam com filhos. Vamos pensar juntos: um humano adulto carrega outro humano também adulto e saudável no colo durante um passeio no parque? Não seria estranho uma pessoa dar o almoço na boca de outra pessoa adulta e saudável apenas por acreditar que esta é incapaz? Ainda, seria sustentável não sair de casa porque um filho adulto não fica sozinho e, se isto acontece, grita e chora a ponto de o síndico intervir?

Pois é. Não tratamos humanos saudáveis desta forma caricata. Mas é possível ver pessoas fazendo isto com os cães. É por isso que acredito que a palavra correta não deveria ser ‘humanização’ dos cães, pois não tratamos humanos saudáveis assim.



E qual a consequência desta forma de relacionamento entre cães e pessoas?

Quando o cão é tratado de forma “humanizada”, ou seja, como um filho mimado, as consequências mais comuns de tal tratamento são:

Para o cão:

- Ansiedade por separação (potencial causa de abandono)
- Transtornos compulsivos (latidos em excesso, lambeduras, estereotipias, etc)
- Insegurança
- Medos e fobias
- Supressão de comportamentos naturais à espécie
- Baixo interesse social (com a mesma espécie)

Para as pessoas:

- Criar uma relação de dependências, acreditando que seu cão não vive sem sua presença
- Isolamento social, pois os cães passam a ocupar o lugar que poderia ser preenchido por outro humano
- Projetar necessidades e expectativas que não existem
- Acreditar em emoções caninas que não têm nenhum benefício adaptativo para a espécie, como: vingança, rancor e birra.
- E como podemos reverter este quadro?
- Desejar um cão mais independente, confiante e seguro.
- Não projetar nos cães emoções que não existem
- Adotar medidas que construam uma relação mais independente entre o tutor e o cão, como, por exemplo: ensinar o cão a ficar sozinho em casa.
- Criar uma rotina com atividades ao ar livre
- Buscar sociabilizar o cão, com aulas de adestramento em grupo, passeios em parques, viagens pet friendly e Day Cares.
- Ser cauteloso nestas mudanças, pois o cão precisará passar por uma nova adaptação.
- Respeitar a individualidade do pet: embora seja muito amado e seja parte da família humana, um cão é um cão.


Que tal darmos o tratamento respeitoso aos nossos amigos caninos, conferindo a eles a possibilidade de expressarem seus comportamentos naturais, tal qual nós gostamos de, também, expressar? Nem mais, nem menos: exatamente cães amigos, amados, sociáveis, saudáveis e inseridos na nossa família. Pense nisto e viva feliz com seu cão!

Fonte: PetLove

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Os gatos NÃO são traiçoeiros.

Você com certeza já escutou por aí as frases: “os gatos são interesseiros”, “os gatos são apegados apenas a casa”, “gatos não se apegam aos donos”, “gatos são traiçoeiros”, e por aí vai. Mas nós sabemos que nada disso é verdade. Por isso, estamos aqui para mostrar 10 provas de que os gatos não são traiçoeiros, mas sim muito amorosos e extremamente companheiros.

Os gatos, diferentemente dos cachorros, ainda estão em processo de domesticação. Os cães começaram a ser domesticados muito tempo antes do que os gatos e, por essa razão, domar um cão é muito mais fácil do que adestrar um gato. Por isso são comuns as comparações de que o cão vê seu dono como um Deus, enquanto os gatos pensam que eles são os verdadeiros deuses – além de todas aquelas frases que falamos anteriormente. Mas vamos ao que interessa!


Confira 10 provas de que os gatos NÃO são traiçoeiros:

1) Cuidam do seu dono. Quando estamos tristes ou doentes, o gato sempre está ao nosso lado, encostadinho – e não saem de lá por nada! Existem histórias de gatos que não permitem que outra pessoa chegue perto de seu dono quando ele está doente. Eles se sentem suficientes para o cuidado!

2) Levam presentes para agradar. Gatos adoram presentear seus donos queridos. Os que têm acesso às ruas, frequentemente aparecem em casa com algum passarinho ou rato morto de presente. Os que vivem apenas dentro de casa, adoram deixar seus brinquedinhos e bolinhas de papel em cima da cama (ou qualquer outro lugar onde o dono passe bastante tempo) para presentear seu tutor com todo carinho.

3) Reconhecem seu dono. Quem tem gato sabe o quanto. Além disso, o tutor reconhece cada tom do miado e já sabe o que o bichano quer: abrir a porta, mais comida, brincadeira, carinho. É uma conversa exclusiva entre gato e humano.


4) Só eles ronronam. O “ronrom” do gato já foi classificado como “ronrom terapia”, já que gera uma resposta calmante para quem ouve. Eles ronronam para demonstrar alegria e satisfação.

5) Eles mandam beijo. Quando um gato dá uma piscadinha com um ou dois olhos, de um jeito calmo e sutil, ele está te mandando um beijo. Essa demonstração de carinho é única desta espécie!

6) Transmutam energia. Os exotéricos dizem que eles tiram a energia ruim do ambiente e mudam para energia boa. Este tipo de crença os tornam uma espécie muito interessante e mais especial ainda, mas já sofreram muito no passado por serem considerados bruxos. Hoje sabemos que nenhum gato (especialmente o gato preto) tem o poder de amaldiçoar ninguém, pelo contrário: só querem amor!


7) Eles só miam para humanos. Na natureza o gato só mia quando é filhote, para se comunicar com a mãe. Eles passaram a manter este hábito na vida adulta para se comunicar com seus donos – ou seja, eles não pensam que são deuses e sabem que são os filhinhos da casa.

8) São carinhosos e procuram carinho. Quem nunca recebeu uma “cabeçada” de um gato pedindo carinho, ainda não passou tempo suficiente perto de algum para criar confiança e receber esse carinho tão gostoso! Além disso, muitos gatinhos recebem o seu dono na porta e ficam passando entre as pernas do dono para chamar atenção. Algo como: “ei, que bom que você está em casa!”.

9) Querem interagir com os donos durante as brincadeiras. Quando querem brincar, começam a correr para brincar de “esconde-esconde” com o dono, ou pedem para jogar a bolinha de papel, ou até mesmo começam a brincar com a caneta que você está escrevendo para te fazer entender que é hora da brincadeira!


10) Se relacionam muito mais com seus donos do que com estranhos. É por isso que quem nunca teve gatos acha que eles são “sem graça” e pouco calorosos, já que a maioria dos bichanos demonstra afeto apenas para aqueles em quem criou confiança. Portanto, antes de chamá-los de traiçoeiros, passe um bom tempo com um gato, tratando-o bem, e verá todo esse carinho voltando em dobro!


Fonte:PetLove